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Especialista ensina Como montar um lanche natural

Por: Nutricionista Giovana Guido

Hoje em dia um lanche natural saudável é uma ótima opção para o jantar, lanches intermediários, antes do exercício ou até mesmo pra o almoço num dia mais corrido ou que você esteja passando o dia na rua. Você pode preparar diversos sabores diferentes (importante para variar os nutrientes e você não enjoar) e carregá-los numa bolsinha térmica ou deixar na geladeira do trabalho. Isso evitará a ingestão de fast-foods, salgados, bolachas e/ou outras guloseimas habituais.
Siga estas idéias:
1-       PÃO: Dê preferência aos de forma light ou integral (pode ser o branco lighttambém), sírio branco ou integral, francês integral ou os à base de cereais e soja. Ao eliminar pão com farinha branca, açúcar e gordura você tem um benefício muito grande e a barriga agradece, afinal, menos gordura localizada será armazenada.

2-       RECHEIO 1: Para molhar o pão, utilize: molho de tomate, queijos cremososlight, requeijão sem gordura, margarina light ou geléia diet para sanduíches doces (que podem ser usados como sobremesa!).

3-      RECHEIO 2: É aí que mora o pecado… As pessoas pecam no recheio colocando alimentos gordurosos, cheios de sal ou frituras, então, agora que você está disposto a montar um lanche mais magro, utilize: peito de peru, peito de frango fatiado, presunto magro, peito de chester, queijo branco, hambúrguer de soja ou frango, mussarela light, atum, sardinha, ovo cozido ou blanquet de peru. Evite utilizar: salsicha, lingüiça, mortadela, ovo frito, queijos amarelos, embutidos, presunto com capa de gordura, hambúrguer, etc.

4-      TEMPEROS: Varie entre os seguintes: molho de pimenta, pimenta calabresa, azeite, vinagre, limão, mostarda ou molhos p/ salada sem gordura.

5-      OBRIGATÓRIO: Sempre coloque legumes e verduras (rúcula, tomate, alface, cenoura ralada, beterraba ralada, cebola, seleta de legumes, etc.), assim seu lanche será bem parecido com uma refeição completa!

Pronto! Agora é só usar sua criatividade (com a ajuda das receitas lights da Internet) e montar uma lista de receitas de lanches naturais diferentes e variados! Como variação, quando estiver em casa, você pode montar o lanche e colocá-lo na chapa para consumí-lo quente ou torrado!
Bom apetite

Atleta fitness iniciante – competidora da categoria BIKINI
Patrocinada pela GT NUTRITION
Graduada em Nutrição pela Univ. São Judas Tadeu – sem atuação como nutri no momento
Pós-graduada em Nutrição Clínica & Metabolismo pela Universidade Gama Filho Pós-graduada em Nutrição Esportiva pela Universidade Gama Filho Capacitada em Musculação pela FPA/SP Escritora – artigos para site/blogs/revistas/jornais e produção de livros digitais Palestrante

Índice glicêmico X Nutrição esportiva

Por: Nutricionista Giovana Guido

















O índice glicêmico de um alimento se refere à velocidade com a qual o carboidrato presente no mesmo irá aumentar os níveis de glicose no sangue. Os carboidratos de alto índice glicêmico (rápida digestão e absorção) atravessam o sistema digestório e chegam rapidamente à corrente sanguínea. Essa situação eleva os níveis de glicose, aumentando a secreção de insulina. Já os carboidratos de baixo índice glicêmico (lenta digestão e absorção) passam lentamente pelo sistema digestório e chegam aos poucos na corrente sanguínea, mantendo baixos os níveis de insulina. Conheça o livro da nutricionista 
Giovana Guido: Receitas Para Emagrecimento e Definição Muscular
Quando utilizados corretamente, os diferentes tipos de carboidrato (nas horas certas) poderão trazer muitos benefícios para a prática esportiva, exemplo: mais energia para o treino, maior estoque de glicogênio muscular e no fígado, glicose estabilizada durante a prática da atividade, retardamento da fadiga, melhor recuperação muscular e menos acúmulo de gordura localizada.
Aprenda a utilizar:
1-       Pré-treino: Na maioria das refeições devemos consumir carbos de baixo índice glicêmico, para controlarmos o aumento a insulina a todo o momento e aumentar a queima de gordura. Antes do exercício é crucial que você consuma esse tipo de carboidrato, para garantir que você fique bem disposto na próxima 1 hora-1h30 após o início do treino. Consuma de 30-50g de carboidratos de baixo índice glicêmico 1 hora antes do exercício juntamente com 10-20g de proteínas.
SUGESTÕES: Alimentos integrais, cereais, batata doce, maçã, pera, iogurte light, barrinha de proteínas, arroz com feijão e carne (apesar do arroz sozinho ser de alto índice glicêmico, quando misturado com feijão – fibras e carne-proteínas, o índice glicêmico se torna baixo), etc.
2-       Durante o treino: Só será necessário que você consuma carboidratos durante o exercício caso ele dure mais do que 1h30-2h00 e seja de alta intensidade. Durante, você deverá consumir carboidratos de médio-alto índice glicêmico, como por exemplo, a maltodextrina ou até mesmo uma mistura de maltodextrina com dextrose (essa mistura tem mostrado mais eficácia no fornecimento de energia).Conheça o livro da nutricionista 
Giovana Guido: Receitas Para Emagrecimento e Definição Muscular

3-      Pós-treino: Aqui os carboidratos de alto índice glicêmico são imprescindíveis. Se você deixar de fazer uma refeição após o treino, fará com que seu corpo utilize as proteínas musculares como fonte de energia, anulando todo o seu esforço. Ingerir 40g-100g de carboidratos de absorção rápida irá aumentar a secreção de insulina o que recupera seus estoques de glicogênio e carrega aminoácidos aos músculos. Além dos carboidratos, coloque de 20-25g de proteínas para atuar no desenvolvimento muscular.
SUGESTÕES: Pão branco, banana, bolo, suco de laranja, melancia, mel, granola, arroz, macarrão, batata, milho, frutas secas, etc.
   DICA: Os potencializadores de insulina são excelentes no pós-treino, pois facilitam a entrada de nutrientes nos músculos, melhorando sua recuperação e desenvolvimento. A dica é sempre então consumir carboidratos de alto índice glicêmico com proteínas (nunca um deles sozinho) e utilizar suplementos como: creatina, gymnema silvestre, sulfato de vanádio, ALA, bebidas esportivas e antioxidantes.

Importante: sempre se alimente de 3-3 horas, assim você mantém o bom funcionamento do metabolismo, melhora a queima e gordura e evita vários picos de insulina durante o dia todo.Conheça o livro da nutricionista 
Giovana Guido: Receitas Para Emagrecimento e Definição Muscular

 
REFERÊNCIAS:
KLEINER, Susan M.; GREENWOOD-ROBINSON, Maggie. Nutrição para o treinamento de força. São Paulo. Editora Manole, 2002.
BIESEK, Simone; GUERRA, Isabela, ALVES, Letícia Azen. Estratégias de nutrição e suplementação no esporte. Editora Manole, 2005. Via, www.giovanaguido.com.br

 
 
 
 
 
 
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